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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

QUER VIVER MAIS? TENTE A VITAMINA D


Publicado no jornal Clinical Endocrinology, cientistas da Holanda, Austria, e EUA relatam que níveis baixos de vitamina D estão associados com um aumento do risco de mortalidade geral, e cardiovascular em particular.

A pesquisa seguiu as pegadas de outras que encontraram achados similares e que foram publicados no jornal Archives of Internal Medicine.

Este novo estudo utilizou os dados de 614 pessoas que participaram no Hoorn Study, um estudo populacional prospectivo com gente de ambos os sexos e uma média de idades de 69.8 anos. Foram avaliados os níveis de 25(OH)D no inicio do estudo, e após seis anos foram documentadas 51 mortes, 20 das quais por causas cardiovasculares.

As pessoas com menores níveis de vitamina D tiveram um risco aumentado de 124 e 378% na mortalidade geral e na mortalidade cardiovascular respectivamente.

Comentando sobre os potenciais mecanismos, os cientistas notaram: “Para além de da saúde muscular e óssea, a vitamina D também protege contra o cancro, infecções, e doença auto-imune, sugerindo que a deficiência nesta vitamina contribui para uma reduzida expectativa de vida. Os adultos com insuficiência em D têm mais probabilidade de morrer de doença cardíaca ou AVC. Cientistas Finlandeses compararam os níveis de vitamina D, e as mortes por doença cardiovascular ou AVC em mais de 6000 pessoas. Os com insuficiência mais pronunciada tinham 25% mais risco de morrer destas doenças.

Adicionalmente, num estudo com 166 mulheres em tratamento para cancro da mama, quase 70% tinham baixos níveis de vitamina D. A análise mostrou que as mulheres nos estádios mais avançados da doença eram as que tinham os níveis mais baixos.

A vitamina D é essencial para a manutenção de ossos e músculos saudáveis e as mulheres com cancro da mama têm uma perda de massa óssea acelerada devido à quimioterapia e à terapia hormonal. É importante para estas mulheres uma reposição dos níveis de vitamina D.
Sugere-se também, que todos os idosos tenham os seus níveis de vitamina D examinados regularmente. A correcta suplementação, quando necessária, deve ser realizada exclusivamente pelo seu médico, pela necessidade de monitorização dos seus níveis e, para que se possam evitar possíveis efeitos colaterais.



Fonte "Clinical Endocrinology"

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