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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Um AVC toca a todos

Quase todos os dias ouvimos ou lemos sobre alguém que faleceu por AVC. É preciso por isso prevenir.
Achei então por bem colocar aqui este post como forma de alertar e esclarecer quaisquer dúvidas. 


A idade é um factor de risco. Mas um acidente vascular cerebral pode afectar até crianças e bebés. Saiba mais sobre uma das principais causas de morte em Portugal.

O Acidente Vascular Cerebral, mais conhecido como AVC, é a primeira causa de morte no nosso país, em pessoas com mais de 80 anos. Por hora, morrem três portugueses vítimas desta doença que, infelizmente, também já afecta a população mais nova.

Em qualquer idade

E as mais recentes notícias comprovam-no. Horácio Roque, fundador do Banco Banif, morreu aos 66 anos vítima de um AVC. Menos de uma semana depois foi a vez do cantor romântico, Beto, de 43 anos. Recorde-se também que no passado dia 30 de Março, Filipa Silva, modelo portuguesa, morreu aos 24 anos na sequência de um acidente vascular cerebral.

A verdade é que a maioria das pessoas não imaginam que os jovens adultos, ou até mesmo as crianças, possam sofrer um AVC. Mas podem e sofrem. Aliás, as causas são semelhantes às dos adultos, designadamente as patologias cardíacas: quando o coração não bate regularmente e gera arritmias, podem formar-se coágulos que bloqueiam o fornecimento do sangue ao cérebro.

Segundo o neurologista norte-americano, José Biller, da Universidade de Loyola, em Chicago, 10 por cento das pessoas afectadas por este problema têm menos de 45 anos. E nos países em desenvolvimento, a percentagem pode chegar aos 30%. Também de acordo com a Unidade de Vigilância da Sociedade Portuguesa de Pediatria, só em 2009, meia centena de bebés e crianças portuguesas foram vítimas de um acidente vascular cerebral.

Como reagir

Os AVC’s súbitos manifestam-se através dos seguintes sintomas: falta de força num braço, dificuldade em falar ou em ver para um dos lados e a boca de lado. A Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC) aconselha os seguintes passos em caso de emergência:

- deitar a pessoa de lado, certificando-se que respira bem;
- ligar ao 112;
- responder calmamente às perguntas que lhe forem colocadas, referindo a hora exacto do evento;
- obter o maior número possível de informação sobre a história médica do paciente, tal como a existência de outras doenças ou hábitos (tabágicos, alcoólicos e alimentares) e a medicação em curso, para transmitir ao pessoal de saúde. .

Fonte "Idade Maior"

2 comentários:

  1. Tenho um bocado de receio de vir a ter um avc ou uma trombose. Tenho varizes :(
    Bjs e uma boa semana!
    Madalena

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  2. Gostei muito desta postagem. É bom que haja informação sobre esta doença que mata tanta gente no mundo. Cada vez que oiço dizer nos noticiários que se gasta 30 milhões com a saúde, eu fico preocupado com essa afirmação. Gastar dinheiro com a saúde é criar condições para que a população saiba os motivos porque adoecem. Gastar dinheiro depois de adoecer é investir na doença. No dia 5 deste mês um vizinho meu foi encontrado caído na via pública atingido por um AVC. Há muito que eu esperava que isso acontecesse e até comentei com minha esposa sobre o assunto. Se eu sou um leigo na matéria e consigo saber a causa de muitas das doenças que atingem os portugueses, porque será que os especialistas da doença nada fazem para que haja saúde no mundo?
    Se alguém souber a resposta...

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